“O Brasil já é a bola da vez” disse o Marcos Vinícius, vice-presidente do comitê olímpico brasileiro, durante o Fórum Empresarial Regional , que aconteceu no dia 09/11 na cidade de São José dos Campos-SP. Felizmente pude participar deste evento e agora vou compartilhar com vocês um bocado de coisas que descobri e aprendi.

Vamos começar falando da batalha que foi para conseguir trazer as olimpíadas para nosso País. Há exatamente 10 anos atrás o Brasil já participava de reuniões decisórias relacionadas às olimpíadas de 2016. Foram 2 etapas de julgamento onde o comitê olímpico internacional selecionava os países de acordo com seus critérios rigorosos. Na primeira, o Brasil foi simples e fez a mesma coisa que os demais fizeram, entregaram uma pilha de papelada onde discriminava tudo que fora solicitado pelos jurados, porém, ao serem classificados em última posição na primeira etapa, resolveram fazer algo diferente, que despertasse a atenção para o projeto deles. Confira logo abaixo o que eles aprontaram (com certeza você chegou a ver este vídeo depois que o Brasil foi selecionado como sede):


Bem criativo, não? Afinal, todos sabiam que nosso país não tinha estrutura para um evento como este e por este motivo faz-se necessário utilizar de todas as armas possíveis.

Pronto, essa foi a tacada final do comitê olímpico brasileiro. Depois disso, aconteceram alguns encontros no Rio de Janeiro para que os jurados pudessem verificar se o país realmente tinha estrutura para tal. Enfim, vamos deixar a visão política de lado e focar no pós-resultado. O Brasil ganhou mais de 70 capas de revistas mundiais, ou seja, foi a maior exposição positiva que o país teve depois de tantos anos. Serão 44 campeonatos de diversas modalidades acontecendo ao mesmo tempo com mais de 14 mil atletas. Estarão disponíveis cerca de 6 milhões de ingressos. Achou os números absurdos? Calma, senta ai que tem mais amigo. Durante os próximos 7 anos estará circulando 100 bilhões de dólares aqui em nosso país. Sabe o que isso significa? Significa que é hora de todos nós arregaçarmos as mangas para tentar colocar a mão em uma parte deste bolo. Ai você vem me dizer o seguinte: credo Kaique, um evento tão bacana como este e você pensando em dinheiro? Você é do mau! – Nada disso, meu querido! Esse pensamento é lógico, afinal, como você mantém sua agência de comunicação? Você recebe em moeda ou em balas? (balas de morango, pelo amor, não vá pensar em outro tipo de bala). Focando isso, fiz algumas anotações específicas de como uma agência de propaganda pode aproveitar estes eventos internacionais que acontecerão no Brasil.

Primeiramente, pegue sua cartela de clientes e ligue para cada um propondo alguma ação interessante e inovadora para este período boom (é quase provável do seu cliente não recusar a proposta, pois, com certeza, ele também quer ganhar, estou certo?). Segundo, procure saber das marcas que estão patrocinando os jogos e participe das concorrências (Ora, isso é meio que óbvio). Por último, que na verdade deveria estar em primeiro, esteja preparado! Não vá oferecendo serviços a torto e a direita (como diz minha avó) sem estar pronto para isso. Um exemplo prático é a WMcCann que, visando o crescimento do mercado esportivo, investiu em um departamento especializado para atender marcas e atletas.
Resumo: pesquise, procura e invista! – Venha Rio 2016! #TodosComemoram

 

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