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O briefing – completo ou estilo charada – chegou, os criativos trabalharam duro, alteraram “sabeseláquantasvezes”, o cliente aprovou e a campanha/o job foi pra rua.

Sinos tocaram, as taças “tilintearam” e o sucesso foi comemorado. Sinto acabar com a sua alegria, mas, seu trabalho não termina aí.

Foram dias – talvez, meses – de trabalho duro. Atendimento, criação e mídia estiveram debruçados em encontrar a melhor opção para a campanha dar resultado para o cliente… é aqui que chegamos no ponto chave.

Depois de todo esse processo, você reuniu sua equipe para discutir e avaliar os resultados? Você se programou para sentar com eles e aprender com os erros cometidos ou buscar novas maneiras para otimizar o tempo e a produtividade? Se sim, parabéns; caso contrário, acho que você precisa repensar alguns conceitos.

É clichê, é jargão, mas é a verdade: todo mundo precisa de feedback. Positivo ou negativo, o feedback tem seu papel. Aprendemos, evoluímos, crescemos, desenvolvemos com ele.

Recentemente, li o extraordinário livro de Ed Catmull, Criatividade S.A. e, entre uma história ou outra, ele deixou claro: o sucesso da Pixar, atualmente, se deve, principalmente, à cultura interna do feedback.

Por isso, algumas dicas podem auxiliar na implementação dessa prática:

  • Não é nada com você: no seu ambiente de trabalho, todo comentário, sugestão, opinião ou sugestão não é sobre você. Ele é sobre o seu trabalho. Seu potencial produtivo não está em questão.
  • Quem conhece pode falar: somente quem esteve inserido no processo pode “dar pitaco”. Os sujeitos que realmente trabalharam na execução do projeto precisam ver no feedback uma ferramenta de crescimento não só pessoal, como de equipe e profissional. Além disso, essa troca de análises gera mais confiança entre os membros da equipe.
  • Não adianta ficar só no “blá, blá, blá”: o feedback precisa se tornar ação. As falhas identificadas e as sugestões propostas precisam tomar forma e gerar uma evolução. Se ele ficar no papel ou no papo, ele não cumpriu seu papel.

Linearidade no processo de comunicação auxilia na implementação da cultura do feedback. Se as pessoas sabem que podem trocar ideias, dar sugestões umas às outras, sem que haja uma ordem de comunicação a seguir, o feedback se torna mais leve e mais produtivo.

Não é da noite pro dia que isso acontece: é preciso tempo e esforços para que as pessoas adotem e pratiquem essa ideia. No entanto, os resultados são sempre positivos e evolutivos.

O feedback é uma ferramenta que cria vínculo, gera resultados, melhora o convívio e proporciona crescimento. Vale o esforço porque quem fornece se sente mais responsável pelo processo e quem recebe cresce e evolui com ele!

Imagem do feedback via Shutterstock.


Michele

Redatora publicitária, gerente de pauta e leitora assiduamente assídua. Graduada em Letras, mas amante e aprendiz da Publicidade e, principalmente, de Marketing de Conteúdo. Entre em contato no Facebook.

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