Você opera

Os mesmos contatos, mais vendas fechadas.

Um roteiro do que perguntar e como conduzir, montado a partir da sua Direção de Marca. Serve pra quem já vende bem e é indispensável pra quem acabou de entrar no time.

A gente monta o roteiro com você. Quem usa na call é o seu time.

Cena · 4/5

Detalhe da tela de venda do painel, fotografada de lado sobre mesa clara

01Na prática

O que essa parte faz.

A IA escreve o playbook.

Você pede em português e ela monta perguntas, ofertas e objeções com base no seu negócio e no seu catálogo.

Ninguém pula etapa sem aparecer.

Tentou avançar com pendência? O sistema mostra o que falta e registra quem avançou assim mesmo.

Ticket maior por padrão.

As respostas do cliente apontam o produto certo e o complemento natural — o upsell deixa de depender de memória.

Cada resposta tem PESO.

Sinal fraco soma até virar recomendação, e sinal contrário afasta. Você recebe um caminho ordenado, não um monte de produtos.

Processo medido, não só receita.

O ranking cruza taxa de ganho, ticket e ciclo com a aderência de cada vendedor ao método.

02Por dentro

Como isso funciona no dia-a-dia.

O playbook: a sua melhor venda, escrita

Playbook é o roteiro da casa: as perguntas que qualificam, as checagens que não podem faltar, as ofertas que combinam com cada resposta e o que responder quando o cliente trava. Hoje isso mora na cabeça do dono ou do melhor vendedor — e sai da empresa junto com ele.

Você não começa de uma tela em branco. Escreva o que quer (“monta o playbook da minha clínica, com foco em pacote em vez de sessão avulsa”) e a IA escreve usando o que você já contou na direção de marca, o seu catálogo de produtos e as etapas do seu funil. Você revisa, ajusta e salva. Ou parta de um modelo pronto do seu ramo — salão, clínica, imobiliária, advocacia, academia, contabilidade e outros.

Não é “se isso, então aquilo”

Quase toda ferramenta que promete venda guiada faz regra binária: se o cliente responder X, mostre o produto Y. Funciona com três regras. Com quinze, todo mundo dispara ao mesmo tempo e o vendedor recebe seis produtos empilhados, sem saber por onde começar — e conclui, com razão, que a ferramenta não ajuda.

Aqui cada regra tem FORÇA. Você diz o quanto aquela resposta puxa pra cada produto — de “puxa muito” a “descarta” —, e o sistema soma. É a diferença que importa na vida real: quase nenhum cliente entrega uma resposta que decide a venda sozinha. Ele entrega três respostas mornas que, juntas, dizem tudo.

E não precisa perguntar tudo. Numa conversa de verdade você faz seis das quinze perguntas, e a soma continua fazendo sentido com o que foi respondido — regra binária, nesse caso, ou trava ou chuta.

O copiloto dentro da oportunidade

Aberta a oportunidade, o copiloto aparece do lado da negociação: blocos por etapa na ordem do funil, com a etapa atual já aberta e destacada. O vendedor vê o que perguntar agora, marca as respostas do cliente e enxerga o progresso — 5 de 7 passos, e o que falta.

Conforme as respostas entram, o painel recomenda os produtos do seu catálogo que casam com aquele caso e mostra as objeções mais prováveis com a resposta pronta. O upsell deixa de depender da memória do vendedor num dia corrido.

Ninguém pula etapa sem deixar rastro

Aqui está o que transforma o playbook de sugestão em processo: as respostas e checagens definem o critério de saída de cada etapa. Se o vendedor tenta mover a oportunidade pra frente deixando coisa pra trás, o sistema mostra na hora o que o playbook pedia naquela etapa.

E dá pra avançar assim mesmo — de propósito: vendedor bom às vezes tem motivo, e travar a tela na cara do cliente é pior. Só que fica registrado na timeline. No fim do mês, é essa marca que explica por que um vendedor tem 38% de fechamento e o outro 24%.

Contra a objeção que VOCÊ ouve — não a genérica

O sistema lê as suas conversas e mostra o que mais derruba as suas vendas: preço, adiamento, “vou falar com meu marido”, concorrente — com a contagem e as falas reais, do jeito que o seu cliente escreve.

Dali sai o playbook contra aquilo: as perguntas que evitam a objeção antes de o preço aparecer e a resposta pronta pra cada uma. Também aparece quantas oportunidades foram perdidas sem motivo registrado — o buraco silencioso de quase todo funil.

Vendedor comparado com vendedor

O ranking mostra receita, taxa de ganho, ticket médio e tempo de ciclo — e, ao lado, a aderência ao processo de cada um. É o cruzamento que diz o que fazer: quem vende no talento sem seguir o método precisa de disciplina; quem segue o método e converte pouco precisa de técnica de fechamento.

Como cada venda fica marcada com o playbook que estava valendo, dá pra testar dois roteiros de verdade: um vendedor com um, outro com o segundo, e comparar ganho, ticket e ciclo. Trocar a atribuição hoje não reescreve o resultado de ontem.

A lista de resgate de todo dia

Negócio sem próxima ação, ação vencida, oportunidade parada além do prazo que VOCÊ definiu pra etapa (7 dias, se não mexer): tudo numa lista só, com dono e valor.

É o antídoto contra a morte silenciosa — aquela venda que ninguém decidiu perder, só parou de acompanhar.

03Onde fica

No painel, isso mora aqui.

Os nomes são os mesmos que você vai ver quando entrar.

CRM → Playbook de venda

Criar/editar playbooks, gerar com IA, partir de modelo do ramo e atribuir a vendedores.

CRM → Oportunidade

O copiloto etapa a etapa, com ofertas recomendadas e objeções à mão.

Playbook → diagnóstico de fricção

As objeções reais das suas conversas, com contagem e falas.

Análise → Time

Receita, win rate, ticket, ciclo e aderência ao processo por vendedor.

Painel → radar

Oportunidade parada, ação vencida e negócio sem próximo passo.

04Sem letra miúda

O que essa parte não faz.

O copiloto não fala com o cliente

Ele conduz o VENDEDOR. Quem conversa é gente — não existe IA fechando venda sozinha aqui.

É aviso com registro, não cadeado

O sistema mostra o que faltou e deixa avançar assim mesmo, marcando na timeline. Se você queria bloqueio duro, não é isso: a régua aqui é transparência, não trava.

Depende de você registrar

Aderência e diagnóstico saem do que foi marcado na oportunidade. Sem registro, não há medida.

Configurar é papel de quem administra

O playbook é editado por dono/admin da marca; o vendedor usa o copiloto.

Objeções vêm das suas conversas

O diagnóstico precisa de conversas no sistema (canal conectado) pra ter o que ler.

05Perguntas

O que costumam perguntar.

Preciso escrever o playbook do zero?

Não. A IA escreve a primeira versão a partir do seu negócio, do seu catálogo e do seu funil — ou você parte de um modelo do seu ramo. Ajustar depois também é conversando.

Qual a diferença pro “se resposta X, ofereça Y” que outras ferramentas fazem?

O peso. Lá, toda regra que dispara joga o produto no monte — sem ordem e sem intensidade, então quinze regras viram seis produtos empilhados. Aqui você diz o quanto cada resposta puxa, o sistema soma e devolve um caminho ordenado, com o principal marcado. Respostas mornas que sozinhas não decidem nada somam e decidem juntas — que é como a venda acontece de verdade.

Isso não vai travar meu vendedor bom?

O bloqueio é na virada de etapa com pendência, e ele mostra exatamente o que falta. Quem já faz o processo passa direto; quem pula fica registrado.

Como sei se o playbook novo é melhor que o antigo?

Atribuindo playbooks diferentes a vendedores diferentes e comparando ganho, ticket e ciclo. Cada venda guarda o playbook que valia na época, então o histórico não é reescrito.

Quer ver essa parte com a sua marca dentro?

Na conversa a gente abre o painel e mostra como ficaria no seu caso.

Roteiro de venda guiada — Vitamina Publicitária