Um roteiro do que perguntar e como conduzir, montado a partir da sua Direção de Marca. Serve pra quem já vende bem e é indispensável pra quem acabou de entrar no time.
A gente monta o roteiro com você. Quem usa na call é o seu time.
Detalhe da tela de venda do painel, fotografada de lado sobre mesa clara
Você pede em português e ela monta perguntas, ofertas e objeções com base no seu negócio e no seu catálogo.
Tentou avançar com pendência? O sistema mostra o que falta e registra quem avançou assim mesmo.
As respostas do cliente apontam o produto certo e o complemento natural — o upsell deixa de depender de memória.
Sinal fraco soma até virar recomendação, e sinal contrário afasta. Você recebe um caminho ordenado, não um monte de produtos.
O ranking cruza taxa de ganho, ticket e ciclo com a aderência de cada vendedor ao método.
Playbook é o roteiro da casa: as perguntas que qualificam, as checagens que não podem faltar, as ofertas que combinam com cada resposta e o que responder quando o cliente trava. Hoje isso mora na cabeça do dono ou do melhor vendedor — e sai da empresa junto com ele.
Você não começa de uma tela em branco. Escreva o que quer (“monta o playbook da minha clínica, com foco em pacote em vez de sessão avulsa”) e a IA escreve usando o que você já contou na direção de marca, o seu catálogo de produtos e as etapas do seu funil. Você revisa, ajusta e salva. Ou parta de um modelo pronto do seu ramo — salão, clínica, imobiliária, advocacia, academia, contabilidade e outros.
Quase toda ferramenta que promete venda guiada faz regra binária: se o cliente responder X, mostre o produto Y. Funciona com três regras. Com quinze, todo mundo dispara ao mesmo tempo e o vendedor recebe seis produtos empilhados, sem saber por onde começar — e conclui, com razão, que a ferramenta não ajuda.
Aqui cada regra tem FORÇA. Você diz o quanto aquela resposta puxa pra cada produto — de “puxa muito” a “descarta” —, e o sistema soma. É a diferença que importa na vida real: quase nenhum cliente entrega uma resposta que decide a venda sozinha. Ele entrega três respostas mornas que, juntas, dizem tudo.
E não precisa perguntar tudo. Numa conversa de verdade você faz seis das quinze perguntas, e a soma continua fazendo sentido com o que foi respondido — regra binária, nesse caso, ou trava ou chuta.
Aberta a oportunidade, o copiloto aparece do lado da negociação: blocos por etapa na ordem do funil, com a etapa atual já aberta e destacada. O vendedor vê o que perguntar agora, marca as respostas do cliente e enxerga o progresso — 5 de 7 passos, e o que falta.
Conforme as respostas entram, o painel recomenda os produtos do seu catálogo que casam com aquele caso e mostra as objeções mais prováveis com a resposta pronta. O upsell deixa de depender da memória do vendedor num dia corrido.
Aqui está o que transforma o playbook de sugestão em processo: as respostas e checagens definem o critério de saída de cada etapa. Se o vendedor tenta mover a oportunidade pra frente deixando coisa pra trás, o sistema mostra na hora o que o playbook pedia naquela etapa.
E dá pra avançar assim mesmo — de propósito: vendedor bom às vezes tem motivo, e travar a tela na cara do cliente é pior. Só que fica registrado na timeline. No fim do mês, é essa marca que explica por que um vendedor tem 38% de fechamento e o outro 24%.
O sistema lê as suas conversas e mostra o que mais derruba as suas vendas: preço, adiamento, “vou falar com meu marido”, concorrente — com a contagem e as falas reais, do jeito que o seu cliente escreve.
Dali sai o playbook contra aquilo: as perguntas que evitam a objeção antes de o preço aparecer e a resposta pronta pra cada uma. Também aparece quantas oportunidades foram perdidas sem motivo registrado — o buraco silencioso de quase todo funil.
O ranking mostra receita, taxa de ganho, ticket médio e tempo de ciclo — e, ao lado, a aderência ao processo de cada um. É o cruzamento que diz o que fazer: quem vende no talento sem seguir o método precisa de disciplina; quem segue o método e converte pouco precisa de técnica de fechamento.
Como cada venda fica marcada com o playbook que estava valendo, dá pra testar dois roteiros de verdade: um vendedor com um, outro com o segundo, e comparar ganho, ticket e ciclo. Trocar a atribuição hoje não reescreve o resultado de ontem.
Negócio sem próxima ação, ação vencida, oportunidade parada além do prazo que VOCÊ definiu pra etapa (7 dias, se não mexer): tudo numa lista só, com dono e valor.
É o antídoto contra a morte silenciosa — aquela venda que ninguém decidiu perder, só parou de acompanhar.
CRM → Playbook de venda
Criar/editar playbooks, gerar com IA, partir de modelo do ramo e atribuir a vendedores.
CRM → Oportunidade
O copiloto etapa a etapa, com ofertas recomendadas e objeções à mão.
Playbook → diagnóstico de fricção
As objeções reais das suas conversas, com contagem e falas.
Análise → Time
Receita, win rate, ticket, ciclo e aderência ao processo por vendedor.
Painel → radar
Oportunidade parada, ação vencida e negócio sem próximo passo.
Ele conduz o VENDEDOR. Quem conversa é gente — não existe IA fechando venda sozinha aqui.
O sistema mostra o que faltou e deixa avançar assim mesmo, marcando na timeline. Se você queria bloqueio duro, não é isso: a régua aqui é transparência, não trava.
Aderência e diagnóstico saem do que foi marcado na oportunidade. Sem registro, não há medida.
O playbook é editado por dono/admin da marca; o vendedor usa o copiloto.
O diagnóstico precisa de conversas no sistema (canal conectado) pra ter o que ler.
Não. A IA escreve a primeira versão a partir do seu negócio, do seu catálogo e do seu funil — ou você parte de um modelo do seu ramo. Ajustar depois também é conversando.
O peso. Lá, toda regra que dispara joga o produto no monte — sem ordem e sem intensidade, então quinze regras viram seis produtos empilhados. Aqui você diz o quanto cada resposta puxa, o sistema soma e devolve um caminho ordenado, com o principal marcado. Respostas mornas que sozinhas não decidem nada somam e decidem juntas — que é como a venda acontece de verdade.
O bloqueio é na virada de etapa com pendência, e ele mostra exatamente o que falta. Quem já faz o processo passa direto; quem pula fica registrado.
Atribuindo playbooks diferentes a vendedores diferentes e comparando ganho, ticket e ciclo. Cada venda guarda o playbook que valia na época, então o histórico não é reescrito.
O posicionamento definido na Direção de Marca vira a base de tudo que o sistema escreve.
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A Vitamina operaSite feito por nós, com o formulário caindo direto no seu funil.
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A Vitamina operaA produção do mês à vista: o que foi, o que vem e o que espera sua aprovação.
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Na conversa a gente abre o painel e mostra como ficaria no seu caso.