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Crowdsourcing interno

Autora do post – Tatiana Nascimento (Poka)

O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias – Significado do termo Crowdsourcing Wikipedia.

O crowdsourcing tem se mostrado como uma alternativa muito interessante para as empresas. O modelo é simples: a empresa lança o briefing na web, vários colaboradores enviam suas propostas e as melhores são selecionadas. Mas essa terceirização não é a única maneira que as empresas têm para aproveitar o crowdsourcing.

Porque não usar esse formato de trabalho dentro da empresa? A realização de determinadas tarefas em grupo pode evidenciar talentos que a empresa não conhecia. E isso não só entre os funcionários, mas também entre parceiros, fornecedores, e até mesmo amigos/seguidores das redes sociais. Segundo Matt H. Evans em seu artigo “O poder do Crowdsourcing” (Power of Crowdsourcing) esse formato “aproveita as ideias do mundo ajudando assim as empresas a trabalhar mediante um processo de projeto rápido”.

As contribuições de muitos indivíduos podem gerar confusão ou excesso de informação, mas canalizando e organizando bem essas participações, o crowdsourcing em suas diferentes manifestações pode resultar em uma prática muito enriquecedora para o resultado final. Assim, se unirmos a riqueza que geram as múltiplas contribuições com o ganho de tempo no projeto pela agilidade da participação de muitos indivíduos, nos encontramos diante de uma excelente técnica para aplicar em nossas empresas, em aspectos como:

  • Gestão da inovação
  • Desenvolvimento de produtos
  • Melhora dos processos
  • Otimização dos fluxos comerciais e de marketing/comunicação
  • Ensaio de estratégias corporativas
  • Gestão de talentos

Definitivamente, o crowldsurcing é uma tendência. Mas será que esse modelo de trabalho mataria as agência de publicidade, internet, etc? Com o mundo cada vez mais conectado, deveríamos celebrar, e não temer, o fato de que ideias estão vindo de todos os lugares. As agências só têm que se adaptar a essa nova realidade, mas isso já é papo para outro post 🙂

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